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SIMTED Aquidauana adere Greve Geral contra a Reforma da Previdência no dia 22

SIMTED Aquidauana adere Greve Geral contra a Reforma da Previdência no dia 22

O SIMTED Aquidauana, realizou nesta terça última as 16h em sua sede, uma Assembleia Extraordinária com os trabalhadores em educação tanto na rede estadual como municipal, no intuito de tratar de assuntos relacionados a Reforma da Previdência, a paralisação do dia 22 de março e informações gerais.

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Para o presidente Francisco Tavares, a reforma do governo Bolsonaro (PSL) é ainda pior do que a de Michel Temer (MDB), que foi derrotada com uma greve geral dos trabalhadores. A mobilização do dia 22 será um dia de alerta para que a classe trabalhadora se conscientize sobre a realidade do Brasil - de ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras - e um esquenta para uma greve geral que deverá acontecer, caso Bolsonaro insista em aprovar a Proposta de Emenda à Constituição 06/2019, que acaba com os principais direitos previdenciários do povo brasileiro.

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Entre as principais perversidades da proposta estão a obrigatoriedade da idade mínima para aposentadoria de 65 anos para os homens e 62 para mulheres, o aumento do tempo de contribuição 15 para 20 anos e o fim das condições especiais para trabalhadores rurais e professores terem direito ao benefício. A PEC da reforma da Previdência ainda traz a possibilidade de ser implantado o regime de capitalização, em que o trabalhador contribui mensalmente em uma conta individual, administrada por financeiras privadas.

"Com essas mudanças, uma grande parcela da população morrerá trabalhando ou se aposentará com um salário miserável - precisamos mostrar que não aceitaremos a retirada dos nossos direitos", disse o presidente.

Francisco explicou que tais ações de capitalização da previdência não tem nada a somar com o trabalhador - em suas entrelinhas, apenas atende aos interesses dos bancos.

"É necessário compreender que a Previdência também ampara as pessoas na viuvez, nos acidentes de trabalho e na doença. Se for aprovada, o estrago será irreversível", destacou Francisco.

O Sindicato convida a toda classe de educadores, movimentos populares, estudantis, dos aposentados, de mulheres, entre várias outras organizações sociais para neste dia unir as mãos e ocupar as ruas em defesa da aposentadoria.

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"O momento é agora de pressionar os parlamentares para que votem CONTRA o desmonte do sistema previdenciário, o fim do sonho da aposentadoria e a tentativa de Bolsonaro acabar de vez com as leis trabalhistas", finalizou o presidente.

Fonte: ASCOM